Exposição da artista plástica e fotógrafa Fernanda Naman propõe um mergulho poético entre arquitetura, memória e sensibilidade feminina
Exposição da artista plástica e fotógrafa Fernanda Naman propõe um mergulho poético entre arquitetura, memória e sensibilidade feminina
Inspirada pela obra do arquiteto renomado Tadao Ando, a artista transforma silêncio em linguagem e tempo em matéria, dialogando com o conceito japonês do Kintsugi, a arte de restaurar com ouro o que foi quebrado.
Seguindo o conceito asiático, a artista estabelece com suas obras de arte um paralelo entre fissuras físicas e emocionais, revelando os processos de reconstrução e reinvenção que atravessam a trajetória da maturidade feminina. Mármore, aço, latão, fotografia e luz, materiais tradicionalmente rígidos, ganham em suas mãos uma delicadeza que traduz a força e a leveza da mulher.
Entre o mundo construído e o mundo sentido, Habitar o Tempo propõe uma experiência intimista e sensorial, convidando o público a refletir sobre fragilidade, cura e potência feminina.